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Buy and Hold

Você conhece os princípios da estratégia Buy and Hold para compor sua carteira de ativos?

Valor

A estratégia buy and hold foca na compra de ativos pelo VALOR da empresa e não em cotações do momento. Ao adotar a estratégia buy and hold o investidor deve imaginar que esta se tornando sócio de boas empresas e vai permanecer sócio enquanto elas forem boas e tiverem boas perspectivas. Não é a cotação da ação que determina se a empresa é boa ou ruim, são as demonstrações contábeis e relatórios.

Em nosso blog já colocamos um artigo com os principais fundamentos e indicadores para formular uma análise inicial. Hoje iremos focar mais na mentalidade da estratégia

O objetivo do Buy and Hold é identificar e beneficiar do crescimento e/ou lucro da empresa, tanto nas variações positivas do patrimônio líquido quanto do lucro líquido da empresa.

Então o que a queda da bolsa tem a ver com a estratégia? NADA.

O investidor de longo prazo, que visa os lucros da empresa não opera cotação, opera empresa. Se a empresa é boa, no longo prazo vai dar lucro, se valorizar, pagar dividendos e bonificações.

Mas e se a empresa começa a apresentar prejuízo constante e outros problemas de resultados?

Se a empresa deixou de ser boa, você sai fora a qualquer preço. Você não opera preço. Você transfere seu capital para uma empresa boa e não operando preços e oscilações do mercado.

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Bons estudos e bons investimentos!

Como analisar Demonstrações Contábeis

Analisar as demonstrações contábeis é a missão que o analista fundamentalista deve cumprir, se trata de um assunto complexo e bem trabalhoso. Tem a finalidade de tentar identificar qualidade, estabilidade e capacidade de gerar lucro das empresas. Continuando nossos estudos do mercado de ações.

A busca pela melhor análise envolve alguns procedimentos e técnicas:

  • Conhecimento do planejamento da empresa, de curto e longo prazo;
  • Confiabilidade nas demonstrações a analisar, o parecer da auditoria é de fundamental importância;
  • A reclassificação de valores para que a análise seja eficaz;
  • Análise Vertical e Horizontal para fins de proporção dos recursos no exercício (análise vertical) e a evolução de um para outro exercício (análise horizontal);
  • Situação financeira (análise econômico-financeira);
  • Gestão dos recursos;
  • Retornos; e
  • Indicadores combinados.

O universo da análise mais especificamente são as demonstrações contábeis:

  • BP – Balanço patrimonial;
  • DRE – Demonstração do resultado do exercício;
  • DMPL – Demonstração das mutações do patrimônio líquido;
  • DFC – Demonstração dos fluxos de caixa; e
  • DVA – Demonstração do valor adicionado.

Um relatório que não é contábil, mas que obrigatoriamente (Art. 133 e 142 da Lei 6.404/76) (BRASIL, 1976) deve ser publicado juntamente com as demonstrações contábeis é o Relatório da Diretoria.

Análise vertical

Ou vertical analysis ou commo-size analysis; tem como objetivo mostrar a participação de cada item da demonstração em relação a um determinado referencial. Podemos então denominá-la também de ANÁLISE DE COMPOSIÇÃO, pois representa percentualmente a composição dos recursos.

Balanço Patrimonial

                Se a participação dos investimentos no referencial total do ativo está em ascendência ano após ano, demonstra que a maioria dos recursos da empresa estão aplicados em participações no capital de outras empresas, portanto o resultado líquido demonstrado na DRE não reflete somente as operações da empresa, mas por equivalência patrimonial o resultado obtido por outras empresas.

                Olharmos as contas do passivo e patrimônio líquido, se os empréstimos a longo prazo forem menor do que os empréstimos a curto prazo. É um ponto a ser considerado em outros pontos da análise, pois o perfil da dívida está mudando.

DRE

Nas contas de resultado tomamos como valor referencial a Receita Operacional Líquida, por isso nesta conta o percentual na análise será sempre 100%. Lembrar também que o reflexo dos ajustes das receitas e despesas financeiras já começa a aparecer.

Análise horizontal

Ou horizontal analysis ou percent change analysis; tem como objetivo mostrar a evolução histórica de cada uma das contas entre os exercícios. Podemos denominá-la de ANÁLISE DA EVOLUÇÃO TEMPORAL, pois demonstra a evolução dos recursos através do tempo.

Índice-padrão é um referencial de comparação, por este motivo os analistas buscam a comparação da empresa com o índice-padrão para verificar se a empresa está melhor ou pior que as outras utilizadas para cálculo do padrão.

Para o cálculo do índice-padrão de um segmento deve se utilizar métodos estatísticos. A estratificação do segmento empresarial, o mercado de atuação e o porte da empresa devem ser considerados para escolher as empresas que serão utilizadas na amostra ou até do universo todo.

Índice de Composição do Endividamento :

Passivos de curto e de longo prazo e dividi-los pelo total de ativos que uma empresa possui. Indicam:

  • qual o percentual de passivo de curto prazo é usado no financiamento de terceiros.
  • dependência da empresa com recursos externos à sociedade

Índice de Liquidez Corrente:

Liquidez corrente = ativo circulante / passivo circulante.

  • Indica quanto a empresa possui em dinheiro e bens disponíveis, para pagar suas dívidas no curto prazo (próximo exercício).

Taxa de retorno sobre o Ativo e sobre o Patrimônio Líquido

Quanto de lucro uma empresa gera em relação aos investimentos dos acionistas ou proprietários da empresa. O ROE mede a capacidade de rentabilidade de uma empresa.

EBITDA

Medida de performance operacional, que considera as receitas operacionais líquidas, menos os custos e as despesas operacionais, exceto as depreciações e amortizações

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Como aceitar os riscos ao investir

Os riscos não estão em nossas ações, mas em nós mesmos!

Riscos? Se você já realizou algum investimento em sua vida já se deparou com uma situação de intenso desconforto e um emaranhado de dúvidas correto? Por mais conhecimento que tenha obtido nos livros, vídeos, cursos e simuladores a prática é sempre diferente; emitir a ordem no homebroker, ver o investimento subir (ou descer), o desconhecido nos gera sim muitas incertezas.

                Para te ajudar a ter mais confianças criei um checklist das cinco perguntas que sempre faço antes de aceitar um novo investimento e me ajudaram muito a tomar boas decisões ou a deixar de tomar decisões que não se mostraram boas.

Entendo esse investimento tão bem quanto penso entender?

Se eu não sei o que estou investindo como posso aceitar estes riscos? Aprenda sobre o que pretende investir, essa é a regra mais básica para não perder dinheiro.

Como reagirei se minha análise estiver errada?

Crie um método para verificar se errou ou se é apenas oscilação do mercado.

Se eu estiver certo, posso ganhar muito dinheiro. E se eu estiver errado? Com base no desempenho histórico de investimentos semelhantes quanto poderia perder?

Defina um ponto que irá retirar da operação e irá aceitar que errou.

Será que estou colocando uma parcela muito grande neste investimento?

Como está definindo o balanceamento da sua carteira? Você sabe o que é balancear carteira?

Alguma vez perdi muito dinheiro em um investimento? Como me senti? Comprei mais ou saltei fora?

Busque nos seus estudos situações de dificuldade, não só o lado financeiro, mas o emocional também.

Ao tomarmos decisões em condições de incerteza, as conseqüências devem dominar as probabilidades. Nunca sabemos como será o futuro.

Blaise Pascal

Espero que consiga ter bons resultados e maior confiança em investir seu patrimônio com estas perguntas! Não deixe de nos seguir no Facebook, Instagram e no Youtube.

Bons estudos e bons investimentos!

Fundo de Investimentos Imobiliários – FIIs

Como posso receber aluguel investindo apenas R$100,00?

É fácil! Basta conhecer os Fundo de Investimentos Imobiliários (FIIs)!

O que são os FIIs?

Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são condomínios de investidores, que unem seus recursos para aplicar em empreendimentos imobiliários, como shopping centers, hospitais, prédios comerciais e até mesmo títulos de investimento imobiliário, como a LCI (Analogamente aos Fundos de ações).

Salvo que os fundos são regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que trazem grande segurança ao investidor. Bem como as ações, o patrimônio dos FII é dividido em cotas, que representam frações ideais de seu patrimônio.

Pontos positivos dos FIIs

  • Renda mensal: O investidor pode receber uma renda todos os meses, ou semestralmente, derivada do recebimento de aluguéis dos imóveis do fundo.
  • Facilidade em comprar e vender: Investir em Fundos Imobiliários é um procedimento online, realizado através do Home Broker, assim como comprar uma ação. Além disso, comprar e vender cotas do fundo é bem mais simples do que comprar e vender imóveis.
  • Possibilidade de investir em imóveis de grande porte: Mais do que comprar um apartamento, investir em Fundos Imobiliários torna os empreendimentos de grande porte acessíveis, como shopping centers, hospitais e prédios comerciais.
  • Diversificação da carteira de investimentos: Existem diferentes tipos de FIIs, o que permite diversificar a carteira de investimentos e investir em fundos de segmentos diferentes, como comerciais, residenciais, hotéis, etc.
  • Proteção contra a inflação: Contratos imobiliários normalmente são corrigidos pela inflação, portanto, o rendimento dos Fundos Imobiliários tende a ser superior a ela.
  • Tranquilidade: Um dos maiores benefícios do FIIs é não precisar se preocupar com a administração e manutenção dos imóveis, assim como cobranças e burocracias, o que dá maior comodidade ao investidor.

Riscos dos FIIs:

  • Vacância: empreendimentos que constituem o FII não serem alugados e não apresentarem retorno por meio de pagamentos de aluguel.
  • Desvalorização desses imóveis: o que pode interferir no patrimônio líquido do FII e afetar o valor de suas cotas.
  • Risco de mercado: como as cotas são negociadas entre os investidores, seu valor fica sujeito às oscilações de mercado.

Como escolher um FIIs?

Além dos índices de inflação e juros do país, o investidor também deve avaliar o momento em que os setores se encontram, uma vez que Fundos Imobiliários normalmente investem em setores diferentes e cada setor pode estar em ciclo de alta ou baixa, de acordo com o cenário do mercado.

A grande dica que nossa página deixa é a DIVERSIFICAÇÃO! Escolha de diferentes setores como shopping, hotéis, residências, etc. Com o propósito de avaliar a qualidade de um FII, analise: cotação do fundo, o valor de mercado (quanto custaria comprar todas as cotas) e o patrimônio líquido.

Diversificação

Não coloque todos os ovos na mesma cesta!

Custos para investir

  • Taxa de administração: A taxa de administração é cobrada pela gestora do fundo, com o intuito de cobrir despesas com gestão, cumprimento de regras, transparência e segurança dos cotistas.
  • Taxa de corretagem: É cobrada pela corretora pelas movimentações de compra e venda de cotas. Ou seja, cada vez que você compra ou vende uma cota, você paga uma taxa de corretagem.
  • Taxa de custódia: Essa taxa é cobrada pela corretora de valores, mensalmente, para manter seus investimentos.
  • Taxa de performance: Em alguns FIIs essa taxa pode ser cobrada caso a rentabilidade seja superior ao valor esperado. Ou seja, se o fundo render mais do que o prometido.
  • Emolumentos: Essa é uma taxa cobrada pela B3 (antiga BM&F Bovespa), sendo um valor percentual sobre a compra e venda de ativos.
  • Tributação: Para investidores pessoa física, o Imposto de Renda incide apenas na venda de cotas, no valor de 20% sobre o lucro. Já os rendimentos periódicos são isentos.

Surpreendentemente você vai receber um aluguel do valor investido todo mês. Então, se interessou? Ficou alguma dúvida? Entre em contato conosco pelo Facebook ou Instagram!